Uma parte de quem sou, uma forma de expor sentimentos, alguns com razões, outros com emoções, outros com sentimentos, digamos um diário da pessoa que me Tornei...
27 de maio de 2011
16 de maio de 2011
Eu preciso sentir a grama aos meus pés
Eu preciso me sentir segura
Eu preciso sentir o seu olhar dentro do meu olhar
Eu preciso sentir tua respiração na minha pele
Eu preciso sentir o toque da sua mão na minha mão
Eu preciso sentir o teu toque no meu corpo
Eu também preciso tocar você
Também quero sentir teu cheiro
E lembrar dele quando fecho meus olhos
Eu simplesmente sou assim, uma pessoa sinestésica..
Preciso tocar, sentir, trocar carinho, me sentir segura, sentir que é meu....
Enquanto isso sinto a grama, e vejo onde isso vai dar.....
Eu preciso me sentir segura
Eu preciso sentir o seu olhar dentro do meu olhar
Eu preciso sentir tua respiração na minha pele
Eu preciso sentir o toque da sua mão na minha mão
Eu preciso sentir o teu toque no meu corpo
Eu também preciso tocar você
Também quero sentir teu cheiro
E lembrar dele quando fecho meus olhos
Eu simplesmente sou assim, uma pessoa sinestésica..
Preciso tocar, sentir, trocar carinho, me sentir segura, sentir que é meu....
Enquanto isso sinto a grama, e vejo onde isso vai dar.....
1 de maio de 2011
Eu vou!
Não sei para onde
Mas vou!
Talvez me encontrar
E saber quem sou
Ou o que fui
Sem nunca ter sido
Um nada jogado na terra
Ou um ponto minúsculo
Perdido no infinito
Vou indo...
Indo e fugindo
Do que é ilusório
Do que é passageiro
Quem sabe eu encontre
No fim daquela estrada
Uma réstia de sol a iluminar
O sorriso que se apagou
E ninguém viu
O amor que se acabou
Se diluiu!
Simplesmente Teresa*
Ps: Não sei se eu Vou como Teresa descreveu nesse poema, mas ando "Indo", do meu jeito, Indo a algum lugar q peço a deus q me de Paz...
Não sei para onde
Mas vou!
Talvez me encontrar
E saber quem sou
Ou o que fui
Sem nunca ter sido
Um nada jogado na terra
Ou um ponto minúsculo
Perdido no infinito
Vou indo...
Indo e fugindo
Do que é ilusório
Do que é passageiro
Quem sabe eu encontre
No fim daquela estrada
Uma réstia de sol a iluminar
O sorriso que se apagou
E ninguém viu
O amor que se acabou
Se diluiu!
Simplesmente Teresa*
Ps: Não sei se eu Vou como Teresa descreveu nesse poema, mas ando "Indo", do meu jeito, Indo a algum lugar q peço a deus q me de Paz...
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